RAMOS QUE SE REENCONTRAM

 Joaquim Theodoro Galvão (1930–2007) e Aurinete Pires Fernandes (1934–2020) constituíram um lar marcado pela união de duas tradicionais estirpes seridoenses. 

Dessa união nasceram Inácia Lúcia Fernandes Galvão (1962–2022) e Fátima Galvão de Souza. Esta última é mãe de Clébio Pablo Galvão de Souza, de Camila Lellis e de Caroline Galvão. Netos queridos por seus avós e 'Papinho' permanece, para nós, como um amigo de infância e de escola, hoje formado em Agronomia e residente no Estado do Mato Grosso.

Os avós de Papinho, Joaquim e Aurinete, eram primos entre si, ambos descendentes do tronco ancestral comum formado pelo Capitão Antônio Pires de Albuquerque Galvão (1797–1857) e por sua esposa, Guilhermina Francisca de Medeiros (1802–1840), figuras que se tornaram pilares genealógicos de vasta descendência no Seridó.

Dona Aurinete era filha de Aurino Pires Fernandes (1902–1977) e de Maria Odete Fernandes de Araújo (1915–1978), conhecida como Licota Araújo. Aurino, por sua vez, era filho de Aurélio Pires de Albuquerque Galvão (1864–1933) e de Maria Emérita de Araújo Fernandes (1880–1960). Aurélio, por sua vez, era neto direto do Capitão Antônio Pires, o patriarca já mencionado. 

Joaquim Theodoro descendia de outra ramificação do mesmo tronco. Era filho de Manoel Aprígio de Araújo Galvão (1872–1953) e de Thereza Pires Galvão (1889–1978). Thereza era filha do Tenente-Coronel Antônio Pires de Albuquerque Galvão (1849–1934), conhecido como Major Pires, e de Porfíria Alexandrina de Jesus (1855–1892). 

O Major Pires, igualmente ao Aurélio Pires, era neto do patriarca Capitão Antônio Pires.  Já a mãe de Thereza faleceu quando ela contava apenas três anos de idade, marcando-lhe a infância com a ausência materna.

Assim se entrelaçam, de modo harmonioso, os ramos familiares que convergem em Joaquim e Aurinete, reforçando a continuidade histórica do clã 'Pires de Albuquerque Galvão', cuja memória se perpetua nas gerações que se seguiram.

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