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SEBASTIÃO ARNÓBIO DE MORAIS

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  Nascido em 1948, exerce a função de secretário da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, em Jardim do Seridó.  É filho de Rita Morais de Oliveira, conhecida por Ritinha, e neto materno de Raimundo de Azevedo Morais e de Maria Olímpia Meira. Pelo ramo materno, descende do deputado provincial Rafael Arcanjo da Fonseca. Com reconhecida imparcialidade, tem prestado relevantes serviços não apenas à vida paroquial, mas também à preservação da cultura potiguar, sobretudo pela salvaguarda do arquivo da paróquia, que esteve ameaçado de destruição em razão da ação de interesses corporativistas e de rapinas humanas no Seridó.  Profundo amante das tradições de sua terra, empenha-se em manter íntegra a memória histórica de seus fiéis, consciente do valor documental e simbólico desses registros para a compreensão do passado regional. 
 

REJANE MEDEIROS (1944-2024)

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foi uma atriz brasileira de destaque no cinema nacional, notabilizando-se sobretudo na década de 1970, período de intensa efervescência artística do audiovisual brasileiro.  Nascida no município de Acari, no interior do Rio Grande do Norte, viveu ali até os seis anos de idade, quando se mudou com a família para Natal.  Desde cedo demonstrou inclinação artística, frequentando assiduamente salas de cinema e nutrindo profunda admiração pelas grandes atrizes da época, cujas interpretações procurava imitar ainda na infância. Na adolescência, trabalhou vendendo cocadas nas imediações do Cine São Luiz, no bairro do Alecrim, em Natal, como forma de garantir acesso aos filmes que tanto a fascinavam.  Em 1963, após o falecimento de seu pai, decidiu deixar a capital potiguar e partir para o Rio de Janeiro, movida pelo desejo de seguir carreira artística. Nesse mesmo ano, participou do concurso Miss Rio Grande do Norte, representando o Aeroclube de Natal, experiência que contribuiu p...

FRANCIÉLIO BEZERRA DE MEDEIROS

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  conhecido no meio político e social como Tino, construiu uma trajetória singular na história legislativa de Currais Novos, marcada pela longevidade, pela lealdade política e por uma concepção do mandato parlamentar profundamente enraizada no contato direto com o povo.  Ingressou na vida pública ainda jovem, aos 26 anos de idade, convidado por seu padrinho político e antigo patrão no Armazém Floresta, Alcindo Salustiano, figura vinculada ao sistema governista da época e à antiga Arena.  Sua entrada na política deu-se mais por senso de dever cívico do que por ambição pessoal, em um tempo em que o exercício do mandato de vereador não era remunerado por subsídio fixo, mas apenas por um jeton simbólico, sendo a atividade percebida como expressão de civismo e patriotismo. Sua primeira campanha eleitoral, em 1973, foi atípica e quase improvisada. Substituindo Rivaldo Pereira Sobrinho, que desistira de concorrer à reeleição, Tino percorreu comunidades rurais e residências urban...

ADAILTON EDUARDO DA SILVA

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Há vidas que não se medem pelo acúmulo de bens, cargos ou títulos, mas pela capacidade rara de se oferecerem inteiras ao outro, de se doarem sem cálculo, como quem entende que viver é, antes de tudo, servir.  São existências voltadas para fora, moldadas pelo gesto cotidiano da entrega, nas quais o amor não se anuncia em discursos, mas se confirma na constância silenciosa do fazer.  Esta reflexão nasce desse tipo de vida e procura alcançar a essência da trajetória de um homem cuja grandeza se assentava na simplicidade, cuja força residia na dedicação incondicional a uma arte e a uma comunidade.  Para compreender o sentido profundo de sua caminhada, é preciso, antes, escutar a poesia que parece ter acompanhado seus passos, como um fio invisível a costurar escolhas e renúncias: “De que feito afinal é este seu coração e que espécies de amor você deseja dar? Se me demais, me apaixo até o chão. Ainda fico a dever sem lhe contentar. E o que mais quer você, se tudo, se tudo já l...