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Mostrando postagens de janeiro, 2026

VIDALVO SILVINO DA COSTA

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  Nascido na então Vila de São José do Seridó, em 19 de setembro de 1950, Dadá Costa formou-se engenheiro civil em Natal, exerceu a função de servidor federal da Fundação SESP e ingressou na vida pública, chegando a ser prefeito de Caicó pela ARENA Vermelha, antiga UDN.  Casou-se com a cearense Cláudia, conhecida como Cláudia de Dadá, com quem teve três filhos: Vidalvo, Cíntia e Tiago, também grafado Thiago. Sua atuação política, entrementes, não eclipsou o vínculo profundo com a terra seridoense, vínculo que viria a orientar uma guinada decisiva em sua vida. A infância de  Vidalvo Silvino da Costa , conhecido por Dadá, foi profundamente marcada pela vida rural. Criado no sítio Várzea Comprida, ao pé da Serra de Samanaú, viveu desde cedo a aspereza e a grandeza do sertão. Ainda menino, aos 7 anos, fugia de casa para tomar banho no Rio Seridó e no Rio Barra Mansa, experiências que quase lhe custaram a vida por três vezes, quando esteve à beira do afogamento.  A rotina...

VIVALDO SILVINO DA COSTA

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  nascido aos primeiro de novembro de 1939 na Fazenda Várzea Comprida, em Algodão, Caicó, consolidou-se como uma das figuras mais carismáticas e resilientes da vida pública potiguar.  Após iniciar seus estudos em São José do Seridó e Caicó, concluiu o ensino secundário no Ateneu Norte-Rio-Grandense, graduando-se posteriormente em Medicina, com especialização em Pediatria, pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte.  Sua vocação para a liderança manifestou-se precocemente no movimento estudantil, onde presidiu seu órgão de classe, transpondo esse espírito de serviço para a prática médica, que exerceu como um verdadeiro sacerdócio na condição de diretor-presidente do Hospital do Seridó.  Reconhecido por sua dedicação à comunidade, foi convocado pelo senador Dinarte de Medeiros Mariz para integrar seu projeto político, tornando-se o herdeiro doutrinário de suas bandeiras e o principal coordenador político da região do Seridó.  Eleito por quatro legislaturas c...

ANTÔNIO DE MEDEIROS FILHO

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  nasceu no município de Acari e é o filho caçula do sertanista e memorialista Antônio Medeiros Costa (1918–2006) e de Josefa Cunha de Medeiros. É neto de Silvino da Costa Medeiros e de Auta Aurora de Araújo, bem como bisneto, por um ramo, de Félix Antônio de Medeiros e de Teresa Duquesa Faria de Medeiros e, por outro, de Antônio Honorato de Araújo e de Cândida das Mercês de Araújo. Seu tio Hermes Medeiros da Costa, a exemplo do pai, também se destacou como memorialista e foi esposo de Josefa Aura de Medeiros, natural do sítio Vaca Brava, em Acari. Conforme registra, no ano de 1935 a família passou a residir no sítio Cardeiro, propriedade de Silvino Balá. Segundo o escritor Joselito Jesus de Araújo, apenas Félix, o irmão mais velho, não participou dessa mudança, por encontrar-se à época no Sudeste do país, a serviço das Forças Armadas. No ano seguinte, em 1936, o pai de Antônio de Medeiros Filho passou a trabalhar como cevador de algodão no descaroçador do Cardeiro, substituindo Se...

ANTÔNIO CARLOS FERNANDES DE MEDEIROS

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   conhecido como “Tom”, é filho do Dr. Pedro Pires Gonçalves de Medeiros e de Maria Isabel Fernandes. Pelo ramo paterno, é neto de Mário Gonçalves de Medeiros e de Porfíria Pires de Medeiros; pelo ramo materno, é neto de Manoel José Fernandes (1910–1993) e de Maria do Carmo Galvão (1914-1985). É bisneto do Tenente-Coronel Antônio Pires de Albuquerque Galvão (1849–1934) e de Natália Augusta de Araújo (1869–1930). É sobrinho do poeta, jornalista e deputado Dr. José Gonçalves Pires de Medeiros (1919-1951), figura reconhecida como um dos grandes intelectuais brasileiros de seu tempo, integrante da agremiação liderada por Gilberto Freyre, intelectual amplamente laureado por contribuições excepcionais à cultura humana, entre as quais se destacam o Prêmio Aspen e o prêmio italiano La Madonnina, além de inúmeras outras distinções. José Gonçalves Pires de Medeiros nasceu em Acari, em 18 de dezembro de 1919, e integrou a comitiva do governador Dix-Sept Rosado, vitimada pelo trágico aci...

SÍLVIO JOSÉ DE MEDEIROS GALVÃO

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    é filho de Antônio Ladislau de Araújo Galvão, irmão da avó paterna do genealogista José Bezerra de Araújo, e de Dona Perpétua Medeiros, irmã do sertanista e fazendeiro Antônio de Medeiros Costa (1918–2006). É neto de Maria Theodora de Jesus (1848–1889) e do Tenente Thomaz Lopes de Araújo Galvão (1845–1890), bem como bisneto do Coronel Cipriano Lopes Galvão (1807–1862).  Em razão dessa prosápia, identifica-se como parente de Tomaz Francês, Manoel Cananéa e Xandinho. Pela cognação , é neto de Silvino da Costa Medeiros e de Auta Aurora de Medeiros, sendo primo de Antônio de Medeiros Costa, conhecido como Toinho Medeiros. Sílvio é irmão de Socorro Galvão da Costa, autora do livro Toinho Lopes (Uma Grande Figura) , obra de referência e leitura considerada indispensável para os seridoenses interessados na história regional.  É esposo de Maria José de Araújo Galvão e pai de Sílvia Priscila de Araújo Galvão, Antônio Eduardo de Araújo Galvão e Ana Paula Araújo Galvão. Es...

MANOEL PAULINO DOS SANTOS FILHO

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    No mesmo horizonte de memória e legado público, inscreve-se a figura de Seu Manoel Paulino, cuja trajetória política e humana marcou profundamente Jardim do Seridó. Nascido em 29 de novembro de 1918, filho de Manoel Paulino dos Santos e Luzia Leopoldina dos Santos, casou-se com  Olânia Caldas de Amorim Santos  em 1942, com quem constituiu numerosa família.  Sua vida pública foi dedicada ao serviço da coletividade, exercendo por quatro mandatos o cargo de prefeito de Jardim do Seridó, em períodos distintos, o que o consagrou como uma das mais longevas e respeitadas lideranças políticas da região. Sua atuação administrativa pautou-se por um sentido prático de justiça social,  pro bono publico , traduzido em obras estruturantes e políticas inovadoras. Sob sua liderança, implantaram-se serviços essenciais como energia elétrica, telefonia, abastecimento de água, equipamentos públicos, açudes, estradas, campo de pouso e unidades educacionais, além de projetos...

SEBASTIÃO ARNÓBIO DE MORAIS

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  Nascido em 1948, exerce a função de secretário da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, em Jardim do Seridó.  É filho de Rita Morais de Oliveira, conhecida por Ritinha, e neto materno de Raimundo de Azevedo Morais e de Maria Olímpia Meira. Pelo ramo materno, descende do deputado provincial Rafael Arcanjo da Fonseca. Com reconhecida imparcialidade, tem prestado relevantes serviços não apenas à vida paroquial, mas também à preservação da cultura potiguar, sobretudo pela salvaguarda do arquivo da paróquia, que esteve ameaçado de destruição em razão da ação de interesses corporativistas e de rapinas humanas no Seridó.  Profundo amante das tradições de sua terra, empenha-se em manter íntegra a memória histórica de seus fiéis, consciente do valor documental e simbólico desses registros para a compreensão do passado regional. 

REJANE MEDEIROS (1944–2024)

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  foi uma atriz brasileira de relevo no cinema nacional, destacando-se sobretudo ao longo da década de 1970, período marcado por intensa efervescência artística no audiovisual brasileiro.  Nascida no município de Acari, no interior do Rio Grande do Norte, ali viveu até os seis anos de idade, quando se transferiu com a família para a cidade de Natal. Era filha de Severino Barroso de Medeiros, nascido em Acari em 2 de março de 1903 e falecido em 13 de outubro de 1961, que foi casado com Izabel Norte de Medeiros, igualmente natural de Acari, onde nasceu em 1º de agosto de 1908, não tendo sido possível, até o presente momento, apurar a data de seu falecimento.  Do referido enlace familiar nasceu Rejane, que teve cinco irmãos, a saber: Geraldo, Francisco, Miguel, Idalcir e Maria, registrando-se, ademais, que um desses irmãos ainda se encontra vivo e reside atualmente na cidade de Natal, condorme informações do pesquisador e genealogista José Bezerra de Araújo.  Desde cedo...

FRANCIÉLIO BEZERRA DE MEDEIROS

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  conhecido no meio político e social como Tino, construiu uma trajetória singular na história legislativa de Currais Novos, marcada pela longevidade, pela lealdade política e por uma concepção do mandato parlamentar profundamente enraizada no contato direto com o povo.  Ingressou na vida pública ainda jovem, aos 26 anos de idade, convidado por seu padrinho político e antigo patrão no Armazém Floresta, Alcindo Salustiano, figura vinculada ao sistema governista da época e à antiga Arena.  Sua entrada na política deu-se mais por senso de dever cívico do que por ambição pessoal, em um tempo em que o exercício do mandato de vereador não era remunerado por subsídio fixo, mas apenas por um jeton simbólico, sendo a atividade percebida como expressão de civismo e patriotismo. Sua primeira campanha eleitoral, em 1973, foi atípica e quase improvisada. Substituindo Rivaldo Pereira Sobrinho, que desistira de concorrer à reeleição, Tino percorreu comunidades rurais e residências urban...

ADAILTON EDUARDO DA SILVA

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Há vidas que não se medem pelo acúmulo de bens, cargos ou títulos, mas pela capacidade rara de se oferecerem inteiras ao outro, de se doarem sem cálculo, como quem entende que viver é, antes de tudo, servir.  São existências voltadas para fora, moldadas pelo gesto cotidiano da entrega, nas quais o amor não se anuncia em discursos, mas se confirma na constância silenciosa do fazer.  Esta reflexão nasce desse tipo de vida e procura alcançar a essência da trajetória de um homem cuja grandeza se assentava na simplicidade, cuja força residia na dedicação incondicional a uma arte e a uma comunidade.  Para compreender o sentido profundo de sua caminhada, é preciso, antes, escutar a poesia que parece ter acompanhado seus passos, como um fio invisível a costurar escolhas e renúncias: “De que feito afinal é este seu coração e que espécies de amor você deseja dar? Se me demais, me apaixo até o chão. Ainda fico a dever sem lhe contentar. E o que mais quer você, se tudo, se tudo já l...